São Paulo recebe, no dia 24, para uma única apresentação, ele que é considerado o sucessor de Waldir Azevedo e o seu maior intérprete na atualidade, Ronaldinho do Cavaquinho. Acompanhado de seu regional – João Rafael (pandeiro), Wellington Monteiro (cavaquinho de centro) e Gabriel Oliveira (violão) -, esse talentoso músico se apresenta do Esporte Clube Banespa, na Avenida Santo Amaro, 5355, Salão Vip, às 20 horas, com ingressos a R$ 15 e 10 (sócios), dentro do Happy Hour Quinta Espetacular.
Ronaldinho tocará músicas dos seus quatro CDs Nós no choro (autoral), Nós no choro – Originalmente, choro!, Pétalas de MPB e Sentimento, além de contar causos e cantar sambas de breque, seu hobby.
Quem for assisti-lo reviverá os momentos mágicos das suas apresentações em Conservatória, 6° distrito de Valença, Rio de Janeiro, onde é tido como ícone. Nesse lugarejo, ele comanda a Serenoite, uma reunião musical que ocorre nas sextas e sábados, na Travessa Geralda Fonseca, também conhecida como Rua da Seresta ou Beco da Felizarda, onde desfilam músicos e cantores, sem roteiro pré-determinado, que congraça público e intérpretes em torno da paixão pela música genuinamente brasileira.
Ronaldinho do Cavaquinho – Nascido Ronaldo da Conceição Junior, em 14 de novembro de 1971, no Rio de Janeiro, é autodidata, casado e pai de uma menina. Iniciou seus estudos nas cordas aos 14 anos. Com o amadurecimento, foi se transformando num músico de muito talento. Aos 22 anos de idade integrou o grupo Persona, tocando serestas. Sua musicalidade não estava limitada somente a esse gênero musical, precisa enfrentar novos desafios. Passou, então, a tocar em conjunto com excelentes músicos, como Zé da Velha e Silvério Pontes durante três anos, ocasião em que fez sua pós-graduação no cavaco, orientado por esses mestres “experts” no choro. Graduado com louvor, passou a ser convidado a se apresentar em muitos eventos, em vários estados brasileiros.
Ronaldinho realiza, há três anos, encontros musicais com crianças e jovens de projetos sociais e da rede pública, visando estimular o aprendizado de um instrumento, melhorar a sua autoestima, além de despertar essa garotada para a música de qualidade. Esses trabalhos são a contrapartida social aos eventos culturais que produz de acordo com as leis de incentivo (ICMS e Rouanet).